28 de jul de 2009

This is Vegas baby...

We were not ready and the time did not help us. I packed a small piece of luggage quickly, bringing just few pieces clothing, especially tees. I knew that something unexpected would come. Waiting two hours for the train, I threw out a bag with an entire bottle of orange juice and also my new sunglasses. I only realized this two days later. We missed the concert that could have been the best day of our lives. We were stuck in a hotel room, surviving only with the air-conditioner, some Coronas and a old pizza. I sweated for four days and now, I look skinnier. My money was gone even though I did not gamble. In summary, I just wasted time and money. No more trips in the next months. That's too sad.

21 de jul de 2009

Nostalgia

The Taylor's live in a dark and sad house. Everything there looks so dead, without any evidence of life. They were reminiscing that even on Christmas, the energy of the house looks the same; the gifts and the magnificent dinner do not make any effect.
For this reason, they started to spend more time in the ranch. The celebrations there give energy for all of the family. Even the barbecue makes them as toasty as the sausage. The kids can swim in the lake, go fishing and run across the green and wet garden. It is a kind of family's tradition. They have the ranch for almost fifty-years, forty-eight to be more exact.
The harmony remains there. They also have some animals: Horses and cows, cat and dogs and even a huge chicken coop. That's why they have eggs three times a week. It makes sense now.
The lack of problems in the ranch is impressive. The couple usually goes for a walk through the trees to watch some exotic birds feeding their babies. Their two offspring prefer to climb the rocks or play with the animals.
School, jobs and bills are forgettable things and also the noisy neighbors who every weekend have parties and more parties. Nevertheless, they do not want to think about these problems. They only want to appreciate the sunny and perfect weekend, listening the soundtrack of the birds and the laughter of the kids.

15 de jul de 2009

20.

Eram por volta de 20:30 quando percebi que tinha duas idades devido ao fuso-horário. Todavia, quando acordar vou ter que erguer a minha placa de vinte anos. Tenho vivido muito esses últimos dias, controlando meus estímulos e tentando caminhar em linha reta. Talvez mude, de casa, de endereço, mas não de personalidade. A idade é só um disfarce, para continuar seguindo aquele mesmo trajeto, um tanto quanto tímido, porém surpreendente. Eu não sei o que quero, mas faço questão de saber o que não quero. Do jeito que está, me conforta. Mas espero que isso não vire uma rotina, que a tevê não perca sua sintonia, e que consiga compreender o que estas trilhas sonoras têm a me dizer. Até agora, elas não me dizem absolutamente nada. Rabisco de giz em minha parede, calendário ao qual nunca vejo as datas e mais um ano que se passa deixando muitas coisas para trás.

12 de jul de 2009

Leves corais

Descobri o quanto o egoísmo prevalece diante de um Chicken Carbonara. Eu estava morrendo de fome, mastigava até sentir um último rastro do sabor. Não queria repartir com você. Quatro dias consecutivos, eu gostei, eu cansei. Faço como se pratos limpos, sem qualquer motivo específico, estivessem atirados ao chão, e que dormir diante daquele solo tão árduo fosse mais confortável. Pois fim.

9 de jul de 2009

Hi(gh)...

Passeio em meu quarto num fluxo sem fim, à procura de algo que possa completar a minha noite.
Até o momento, minha vida se encaixa perfeitamente. Viagem decidida na última hora, pessoas me observando e notando o que está à nossa volta. Seja o que for, me faz bem. Me canso e descanso. Fato. Relato. Bem longe de ser boato, obviamente. Não sei como acordarei amanhã, sempre procuro um padrão perfeito, porém longe da rotina constante que me afaga. És o fim, pois minhas idéias, neste momento, estão em conflito.

6 de jul de 2009

Sephora

Deu certo, por isso estou curtindo em excesso. Na beliche de cima, rabisco algumas frases sem nexo. Trechos, filmes, uísque. Tudo parece estar em seu lugar. Ainda lembro da semana passada, enquanto passava meu tempo me escondendo atrás de outros rostos. Aprendi a gostar de coisas diferentes, aprendi a jogar e a fazer o que não quero. Às vezes isso é bom. Fluência distante, embora sinta que minhas palavras são ditas com uma certa facilidade. Estou crescendo e vendo que pontos de vista definem qualquer parada. Fugi do lugar comum e por certos momentos pareço ter encontrado a minha Lucy.