26 de fev de 2011

Aquilo que se chama a-mor

Quero que goste de mim pelo que sou, alivie toda essa ansiedade e entenda minha condição e limites. Que me faça alcançar as nuvens apenas com um olhar e me ligue apenas para ter certeza de que está tudo certo. Quero sentir ciúmes de uma forma saudável, perder meu apetite quando brigarmos, entregar flores às cinco da manhã sem esperar nada em troca a não ser, ao menos, um abraço apertado. O que me faz seguir em frente é saber que você está em um lugar não muito distante, pensando o mesmo e, torcendo para que nossos relógios imaginários finalmente se encontrem. Já perdi tanto nesses quase vinte e dois anos, só não quero que meu coração pare de bater mais forte. Sinceramente, eu sinto falta de tudo isso.

Um comentário:

Natalia Campos disse...

Sincero e conciso. Sem mais.
Beijos.